Calma, eu não li esse livro em dois dias. É que havia muito que eu queria escrever o anterior, terminei esse e só depois fui escrever. Eu sou bem suspeito para falar sobre Sidney Sheldon. O meu primeiro livro que li dele foi A Ira dos Anjos, livro que me fez ter certeza que eu queria fazer Direito. Depois disso não teve mais quem me segurasse, ganhava um dinheirinho eu comprava um livro dele, ou então pedia emprestado. Por isso, que sou suspeito, gosto dos livros dele. É claro que nem todos são maravilhosos e uns se superam mais e tal.
Quarenta anos após a Guerra Civil, a Espanha ainda é um país fragmentado, sacudido pelo ressurgimento de movimento separatista. É nesse cenário, na segunda metade dos anos 70, que Sidney Sheldon desenvolve sua história: o confronto entre o terrorista basco Jaime Miró, que liberta da cadeia dois companheiros condenados à morte, e seu perseguidor, o coronel Ramón Acoca, que invade o esconderijo dos fugitivos, um convento na região de Ávila. Paralelamente, dosando suspense e moção, é narrado o drama de quatro freiras, arrancadas da paz da clausura para a agitação de Madri, onde conhecem o perigo e a paixão.
Este é um livro que há bastantes personagens e cada um com sua complexidade. O que mais me agrada nos livros de Sheldon é o fato dele sempre ter um modo novo de contar histórias que poderiam ser bem habituais, ou então a forma criativa que ele tem de criar situações inusitadas aos personagens. Esse livro nos mostra bem isso, que quando você acredita que a história chegou ao fim, vem mais alguma coisa que desvirtua todo o caminho dos personagens e eles se safam da melhor maneira inimaginável. A narrativa é super atraente e super ativa a todo o momento. É chato ter que parar de ler para fazer outras coisas, isso eu nunca deixei de sentir ao ler seus livros.
Porém, nem tudo são flores, esse foi o livro de Sheldon que li que mais contém apelo sexual fortíssimo, tudo acaba em sexo. Não que isso seja ruim, mas acho que perde o sentido real da história. Outro fator, que quem leu ou vai ler percebe, é que os personagens passam um pouco de tempo em companhia e num simples deslize passam a serem grandes apaixonados, o que antes poderiam está se odiando. Mas ainda assim não tira a satisfação de ver uma boa ação e recomendo.
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Ruim
Regular
Bom
Muito Bom
Excelente













Ah, sim, pensei que você tinha lido um depois do outro em termpo recorde, hehehehe
Também não conferi esse, mas seus posts estão me fazendo lembrar como a literatura é importante e que já faz um tempinho que não confiro nenhuma obra…
Eu simplesmente amo todo o trabalho de Sheldon! Meu preferido ainda é “O Outro lado da Meia-Noite”, mas acredite, ainda não conferi as “Areias do Tempo”! Vou procurar – mesmo que tudo acabe em sexo, hahahaha…
Um abraço, Robson!!
OK, mas… Nunca li nada de Sheldon. E provavlemente nunca o farei!
Vinicius,
Leia… é tão bom quanto cinema… sendo que você é o diretor! hehehe
Weiner,
Então somos dois… amo todos os livros dele.
Gustavo,
Ok não ler esse, mas ele tem grandes livros… acho que vale a pena conferir, ao menos UM!
Abraços!