» Na Natureza Selvagem

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Gênero: Drama
Diretor(es): Sean Penn.
Roteiristas: Sean Penn, baseado em livro de Jon Krakauer.
Ano de Lançamento: 2007
Elenco: Emile Hirsch, Marcia Gay Harden, William Hurt, Jena Malone, Brian Dierker, Catherine Keener, Vince Vaughn.
Duração: 140 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

No lugar do amor, dinheiro, fé, fama e formosura, dê-me a verdade”. Essa é uma das frases que marcaram durante todo o filme. Tem-se um filme de efeito sobre quem assiste, mas não daqueles em que você quer mudar o mundo ou então quer mudar a si mesmo, mas pelo simples fato do protagonista tentar ver o mundo de outra forma e encará-lo ao seu jeito. Sem, nem sequer, tentar mudá-lo. A frente da direção de seu quarto longa-metragem, encontramos um Sean Penn (11 de setembro) interessado em mostrar a vida de um jovem idealista, que foge a burocracia humana e que acredita ter a felicidade desacompanhado.

Christopher McCandless (Emile HirschSpeed Racer) que resolve, após terminar sua faculdade, viajar sem rumo pelos Estados Unidos, sem quaisquer objetivos e em busca da liberdade, além de fugir da vida de ‘mentira’ que acredita que os pais vivem. Vivendo durante dois anos pelas estradas do país, ele já se sente preparado a partir para o Alaska. Além disso, na suas viagens ele encontra várias pessoas que de uma mentira ou de outra deixam algo de importante na sua vida. no entanto, o que se encontra não é meramente um jovem mochileiro que quer conhecer seu país, é mais do que isso. Chris quer deixar de viver um mundo de mentiras pra saber o que é verdade, de fato, assim como a frase, que ele mesmo parafraseia de um grande autor.

No filme encontramos um outro Emile Hirsch, diferente daquele jovem cheio de hormônios de Show de Vizinha. Um ator que soube incorporar o seu personagem e descobri e aprender com cada experiência que Chris tinha, haja vista os dezoito quilos que ele emagreceu para que pudesse fazer o personagem que perde quilos e mais quilos ao longo do filme. Encontramos um ator que sabe fazer com que cada momento seja intenso mesmo que o filme não apresente o clímax natural de qualquer outro filme do gênero. Ainda encontraremos um Hal Holbrook (Cine Majestic) cheio de disposição e envolvido emocionalmente com um garoto que aparentemente nada tem de semelhante com ele, mas que acaba tornando-se o neto que ele nunca teve. Digno de indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, apesar de não ter ganhado.

Como disse, esse é daqueles filmes em que o clímax é o de menos. A questão é a vida como um todo do personagem. E isso é feito muito bem pelo roteiro que além do diretor, há também a participação de Jon Krakauer já que este fez o livro biográfico sobre essa história real. A Edição também não deixa a desejar, não é à toa que foi indicada, porém perdendo para O Ultimato Bourne. Tem também a trilha sonora que não deixa a desejar.

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