» Fim dos Tempos

e ½
Gênero: Drama
Diretor(es): M. Night Shyamalan
Roteiristas: M. Night Shyamalan.
Ano de Lançamento: 2008.
Elenco: Mark Wahlberg , Zooey Deschanel, John Leguizamo, Spencer Breslin, Betty Buckley, Victoria Clark, Jeremy Strong , Tony Devon, Frank Collison, Stéphane Debac, Ashlyn Sanchez.
Duração: 90 minutos.

Não é de hoje que tenho uma grande admiração pelo trabalho de M. Night Shyamalan por filmes como O Sexto Sentido e A Vila. Acho que ele soube conduzir nesses filmes (detalhe: ainda não vi os outros) um roteiro bem enxuto e que sempre surpreende no final, o que pra mim era sua especialidade. Esperava algo semelhante no dia da estréia mundial (Sexta-feira 13), a minha ansiedade pra ver o mais novo trabalho desse diretor amado e odiado falava bem alto. No entanto, acabei me decepcionando, não era o que eu esperava.

A história do filme se baseia na teoria de que a natureza se voltou contra o homem e por isso estavam sendo liberadas toxinas que ativavam o cérebro dos seres humanos para se auto-destruirem, ou seja, se suicidarem. A história gira em torno de do professor Elliot Moore (Mark WahlbergOs Infiltrados) que juntamente com sua mulher Alma (Zooey DeschanelO Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford) e a filha de um colega que foi vítima da tal toxina, Jess (Ashlyn Sanchez – Crash – No Limite).

O resultado não foi o que eu esperava. Primeiro o filme já começa com a cena do Central Park e as pessoas começam a se matar sem mais nem menos. O que faltou foi uma introdução mais detalhada daquilo, pra que nós pudéssemos ficar a par sem que se tornasse previsível. A fuga ao inimigo invisível é algo que também deixa a desejar. Agora o que se tornou pior foi o sentimentalismo bobo que foi usado durante a trama entre os personagens de Wahlberg e Deschanel, diálogos bestas de duas pessoas completamente imaturas para o casamento.

Ainda falando dos dois, não posso em momento algum elogiar o trabalho deles. Wahlberg é um bom ator, mas seu trabalho nesse filme foi fraquíssimo, sua superficialidade chegava a ser irritante e de Deschanel então, nem se fala. A trilha sonora foi o que ainda ajudou um pouco, em alguns aspectos. Em outros nem tanto, já que a perspectiva do filme era o susto a qualquer custo, o que enfraqueceu mais. Acho que o tema do filme é fantástico e poderia nos dá uma mensagem, e poderia ter sido abordada de forma melhor e até mais intensa. Mas não vou sacrificar Shyamalan, acho que todo diretor tem momentos de glória e outros nem tão bons.

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