» O Labirinto do Fauno

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Gênero: Suspense
Diretor(es): Guillermo del Toro
Roteiristas: Guillermo del Toro.
Ano de Lançamento: 2006.
Elenco: Ariadna Gil, Ivana Baquero, Sergi López, Maribel Verdú, Doug Jones , Álex Angulo, Manolo Solo, César Vea.
Duração: 120 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Ultimamente Guillermo Del Toro está se destacando de forma clara no cenário mundial do cinema, pra que eu isso pudesse dar mais crédito ele precisou fazer um trabalho que ganhasse visibilidade e mostrasse todo seu talento como diretor e produtor cinematográfico. Assim aconteceu com Fernando Meirelles que somente depois de Cidade de Deus passou a ter uma imagem respeitada no mundo hollywoodiano e europeu. Pra que isso pudesse acontecer com Guillermo foi lançado o filme El Laberinto Del Fauno que teve como um dos produtores o mexicano Alfonso Cuarón.

A minha curiosidade era grande quanto a esse filme. Ele sempre me chamou a atenção, não sei se é porque eu gosto do gênero, se é porque foi aclamado, enfim eu queria ver. Compre-o e assisti. Sempre quando você está um pouco ansioso pra ver um filme, você tem certo medo de se decepcionar e com esse não foi diferente, no entanto não me decepcionei em alguns aspectos que fizeram valer a pena vê-lo. Ofélia (Ivana Baquero) é uma garota que sonha em um dia ver uma fada, pois seu mundo é lê livros de contos de fada. Após chegar a uma casa antiga no campo com sua mãe e seu padrasto, ela descobre um mundo onde existem criaturas mágicas e que em outra vida ela foi a princesa desse reino um tanto obscuro. Pra poder tornar a ser a princesa do reino, ela terá que cumprir três tarefas.

Como vocês puderam perceber esse filme tem uma história super interessante e original, coisa que muitos de nós, cinéfilos, estamos procurando nos últimos tempos. O clichê já é de encher a paciência. O que pude perceber nesse filme é que a qualidade de maquiagem é das melhores levando em consideração que estão lado de fora da esfera hollywoodiana, valendo salientar que ganhou o Oscar, desbancando a maquiagem americana. Num cinema em que não há tanto prestígio (por enquanto) isso é de fazer os olhos brilharem. Ponto também pra fotografia dá um ar sombrio ao filme nos momentos certos e muita cor e brilho em outros momentos, Oscar pra ela.

As atuações são boas e conseguem contribuir pra o chamado conto de fadas de adulto. Ela tem uma precisão que permitem passar o código de entendimento necessário e inerente ao filme. Só acho que o que se pecou um pouco foi no roteiro, na parte da metade para o final, pois a história principal, a de Ofélia, foi deixada de lado pra que outra fosse dado ênfase, o que perdeu um pouco o propósito central da trama. No entanto, é um filme que vale do início ao fim.

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