» Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada

(Nota: 8,0)
Título Original: Dan In Real Life
Gênero: Comédia Romântica
Diretor(es): Peter Hedges
Roteiristas: Pierce Gardner, Peter Hedges
Ano de Lançamento: 2007.
Elenco: Steve Carell, Juliette Binoche, Dane Cook, Alison Pill, Brittany Robertson, Marlene Lawston, Dianne Wiest.
Duração: 98 minutos.
Trailer: Clique Aqui!

Quando fui ver alguns filmes para comprar, dei de cara com este que já tinha ouvido falar bastante sobre ser um bom filme. A princípio, achei que fosse aquelas comédias baratas, mesmo tendo visto o trailer e achado no mínimo interessante. Não sou dos mais chegados a comédias, elas tem que ser muito comentadas para que eu me convença a vê-las. Peguei-o e fui ver para saber se era realmente bom, e no fim descobri que ele está mais para um bom drama com pitadas de comédia, do que para uma comédia romântica.

Dan Burns (Steve Carell – Agente 86) é um escritor colunista e fala sobre os problemas dos outros e quais seriam as melhores soluções. É viúvo e pai de três garotas. Ao viajar com toda a família para o encontro familiar, ele conhece, na cidade, uma garota bonita e inteligente que o compreende bastante chamada Marie (Juliette Binoche – Chocolate). Ao chegar na casa de praia da família descobre que a tal garota é, na verdade, namorada do irmão Mitch (Dane Cook – Amigos, Amigos, Mulheres à Parte) que declara está realmente apaixonado por ela.

Deixando meu preconceito de lado, acabei por encontrar um filme bem interesse e porque não dizer belo. Ele mostra a vida natural de alguém que sempre procura solucionar a vida dos outros, mostra, portanto, que ninguém é perfeito e que, por mais que tenha diversas soluções, aplica-las não é a maneira mais fácil de assim resolver o problema. Ou que talvez o problema seja maior do que ele possa imaginar e dá ‘pitaco’ na vida dos outros é mais fácil do que resolver a própria. O fato é que Dan Burns é um cara normal e que se mete em algumas enrascadas como qualquer outro.

A boa atuação de Steve nos dá a certeza de que um filme com um nome tão besta como esse, pode na verdade ser uma história interessante e divertida. É pena que quem batize os filmes no Brasil, nem sempre tenha a sensibilidade que o filme realmente passa e acho que talvez um dos maiores problemas esteja no nome, fato que nada tem a ver com a produção. Talvez o maior destaque da produção esteja na Trilha Musical que é simplesmente fenomenal. Ela tem um toque caseiro que faz toda a diferença e assim conquista juntamente com as cenas. O responsável por boa parte da trilha é um garoto norueguês chamado Sondre Lerche que tem bom gosto e uma excelente melodia de suas músicas. O filme é daqueles que vale a pena conferir.

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17 Respostas

  1. COMPREI ESSE FILME EM MARÇO E NUNCA ASSITI.

    VAI ENTENDER!

    ABRAÇOS

  2. Achei o filme excepcional – quando não dava nada (graças ao patético título nacional, que ao invés de atrair, afasta). Ótimo roteiro original (o melhor do ano passado) e desempenhos notáveis de Carrel, Binoche e (pasmem!) Dane Cook! Sem falar que tem a Diane Wiest (que eu sempre adorei) e a Amy Ryan em pontas de luxo.
    Abraço!

  3. Brenno,

    É verdade que o nome não contribui para se empolgar, mas veja, vai valer a pena.

    Weiner,

    O nome é terrível, nada a vez com propósito do filme que difere desse nome ruim. O roteiro é bom mesmo e as atuações ajudam bastante, é bem positivo o resultado!

    Abraço!

  4. Eu estou louco para ver Steve Carell neste filme, todo mundo tem falado tão bem da produção…

  5. Assisti o filme, algumas partes são descontínuas e outras atropeladas, só que eu amei esse filme de uma forma compulsiva por outro fator: A Cenografia! Nossa, ela foi sensacional, assim como figurino e tudo mais. É um filme que passa a sensação de aconchego que combinou muito bem com a história.

    Até fiz uma postagem sobre a importância das locações após ver esse filme.

    Aliás, parabéns pelo blog, é ótimo saber que nós blogueiros de Natal estamos tão fortes no cenário nacional!!!

    /natalense

  6. Esse filme me surpreendeu positivamente! Não esperava que fosse uma comédia tão sensível e sem dúvida a atuação do Steve Carell tem muito a ver com o resultado mais do que satisfatório!

  7. Apesar do título ridículo, o filme não é um desperdício completo. Achei bem bacana, apesar daquela família do Steve Carrell me irritar bastante na forma com que se metem e dão palpite em tudo! Mas tinha lido elogios tão inflamados ao filme em alguns blogs que certamente esperava mais… Abraço!

  8. Rafael,

    A produção está muito boa e as atuações melhores ainda…

    Paco,

    De fato, é bem interessante a cenografia e concordo quando diz que algumas partes são atropeladas, mas o filme conquista mesmo.

    Vinicius,

    Surpreendeu-me também. Achei mais com um tom dramático do que puxado pra comédia, ele me tocou…

    Louis,

    O título é ridículo e talvez por causa disso nem tenha chegado a fazer tanto sucesso, é um bom filme!

    Abraços!

  9. Acho que o ponto forte deste filme – e que me fez AMAR esta obra – foi a sua simplicidade. É difícil fazer filmes assim, sobre algo tão comum, porém extraordinário de se acontecer e é incrível que o filme tenha o poder de nos cativar da forma que faz.

  10. Eu acho a mesma chatice de sempre que é lançada aos montes mundo afora. Mas, ok, Steve Carrel é bom!
    Abraço!

  11. Kamila

    A simplicidade é um ponto forte mesmo, nos dá a sessão algo sincero.

    Pedro,

    Eu também achava isso até assistir… hehehe

    Abraços!

  12. Também linkado, novamente parabéns. ;D

  13. Rapaz, eu faço contábeis ali no Setor V, pertinho! hahahahahaha, estuda de manhã?

  14. Vi o trailer há um tempo, mas nunca me interessei em assistir, embora saiba que Steve Carrel dificilmente decepciona. Acho que verei, até porque eu nem gosto de comédia romântica, né? =P

  15. Adorei esta comédia romântica! Muito singular…e muito adorável!

    4 estrelas [8.5]

    Ciao!

    ps: que ótimo conhecer seu avô!

  16. Paco,

    Eu faço no SETOR I, mas é de noite… hehehe

    Samantha,

    Acho que você irá gostar, o nome é ridículo mas o filme é muito bom!

    Wally,

    Ela é bem singular, é uma boa palavra para defini-la. Meu avô é o meu orgulho… hehehe

    abraços!

  17. O que me fez encantar por esta produção é sua simplicidade de contar uma história que já está ultrapassada no cinema de hoje. E o título ridículo esconde uma produção excepcional! 😉

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