» Enrolados

(Nota: 9,0)
Título Original:Tangled
Gênero: Animação
Diretor(es): Nathan Greno e Byron Howard
Roteiristas: Dan Fogelman, Jacob Grimm, Wilhelm Grimm.
Ano de Lançamento: 2010.
Elenco: Mandy Moore, Zachary Levi, Donna Murphy, Ron Perlman, M.C. Gainey, Jeffrey Tambor, Brad Garrett, Paul F. Tompkins.
Duração: 100 minutos.

Todo mundo, sendo uma criança que se preze, já assistiu inúmeras vezes os desenhos mais clássicos da Walt Disney, aqueles desenhos que tratam dos contos de fadas e que geralmente o mal vence o bem, depois de muito ter feito suas maldades. Cinderela, Branca de Neve, a Gata Burralheira… São tantas princesas com suas histórias de desgraça e felicidade que é de se perder as contas, todas com sua cota de “foram felizes para sempre”. A Disney sempre foi ‘exper’ em tornar esses contos reais e palpáveis a nossa frente quando faziam animações. Dessa maneira, nos dias atuais, resolveram fazer uma releitura de Rapunzel.

Rapunzel é uma jovem moça que está fazendo 18 anos. Aquela que ela acredita ser sua mãe nunca permitiu que ela saísse da torre onde mora, pois diz que o seu cabelo longo e mágico é cobiçado por todos e caso saia de lá, será perseguida por todos. Todo ano, no dia do seu aniversário, ela vê no céu várias luzes que sobem para o céu de maneira mágica e sempre sonhou em vê-las de perto. Quando está sozinha na torre, um jovem rapaz chamado Flynn Rider invade o lugar por está fugindo e se depara com Rapunzel que não deixa barato a invasão. Daí em diante, ela o convence a levá-la em segurança para ver as luzes, que na verdade são para ela que é uma princesa e foi raptada em razão de seus cabelos mágicos.

É muito bom e super interessante ver que a Disney vem conseguindo seguir os tempos atuais e assim fazer histórias que correspondam ao nosso tempo sem que se torne algo extremamente forçado e nem que necessariamente tenha ‘fatos’ de hoje em dia, bastando somente um tom moderno e inteligente. A história poderia perfeitamente seguir os moldes pelos quais sempre foi contada, mas com uma pitada a mais, Rapunzel foi reinventada sem perder sua essência e isso é bastante louvável.

Os personagens principais têm um carisma que é tocante e envolvente juntamente com o cavalo Maximus e o camaleão dão ao filme mais dinamicidade ainda o que nos permite ter um divertimento sem compromisso. O roteiro se aproveita de saídas que se mostram bastante versáteis e, assim, bem aproveitadas. Comentada toda a parte boa que a animação nos proporciona, é preciso sim falar da dublagem de Luciano Huck. É impossível não acreditar que na verdade estamos vendo um quadro do Lar Doce Lar ou um Lata Velha quando se está vendo o filme, porque a dublagem que o apresentador faz é bastante questionável e irritante. Ainda bem que não decidiram colocar Angélica pra fazer Rapunzel, se não a desgraça tava completa. No mais, é um ótimo filme para quem não conseguir se incomodar tanto.

7 Respostas

  1. O que eu gosto neste filme é que ele dialoga demais com “Encantada” no sentido de que ele atualiza certas tradições. Rapunzel não é uma típica princesa. Ela se rebela contra à vontade da mãe e o filme gira muito em torno deste sentimento de culpa dela. Mas, ao mesmo tempo, com a culpa de ter desobedecido a mãe, ela sabe que somente assim, ela irá crescer. E este é somente um dos pontos altos deste filme. A história é muito carismática e a gente se envolve com o que está na tela.

  2. Um remake acertado que aprofundou-se em uma trama diferente sem fugir a magia clássica dos contos de fada. Uma grata surpresa perante continuações medíocres e remakes situados em mundos exagerados como temos vistos nos últimos anos com os clássicos infantis. É fato que Luciano Huck estragou beleza.

  3. Modificaram muitas coisas do conto dos Irmãos Grimm, com o intuito lógico de atrair todo o tipo de público – “Rapunzel” era uma das inhas historias preferidas deles. Porém, isso não tirou o brilho de ENROLADOS, um filme bem competente, que ofereceu excelente entretenimento. E eu preferia a Angélica como Rapunzel que o Hulk dublando, afinal a Angélica já foi atriz, tem o mínimo de competência. O marido, por outro lado…. Lembra de AS CARIOCAS?

  4. O filme foi uma grata surpresa para mim. Bom ver que a Disney ainda tem fôlego e consegue criar fimes atuais à moda antiga.

    []s

  5. Gostei demais desse filme,ao mesmo tempo que ele entretem,não perde a capacidade de nos fazer ficar encantado com tudo que Rapunzel vivencia.Mesmo que passem os anos a estória continua nos envolvendo.

  6. […] Enrolados: Alan Menken, Glenn Slater (“I See the […]

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