≈ Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles ≈

de Jonathan Liebesman (2011)

Filmes de guerra nem sempre me chamam muito a atenção. Acho que, com exceção de alguns que tratam de guerras históricas com as Grandes Guerras, películas do gênero nem sempre tem muito a acrescentar e, na verdade, não são mais do que um passa-tempo ou muitas vezes nem isso. Naturalmente, nem sempre filmes que tratam de guerra e ainda mais num aspecto de ficção científica são de me agradar, por isso costumo não criar qualquer esperança em torno desta temática, ainda que me force a vê-los vez por outra. Pensei que não, mas Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles me agradou mais do que podia imaginar.

O tema, que muitas vezes é tratado sobre a ótica civil, dessa vez tem força nas questões estratégicas de guerra e seus protagonistas são, majoritariamente, militares que precisam descobrir uma maneira de destruir aquele inimigo desconhecido que, por motivos incógnitos, ataca de forma mortal o Planeta Terra. O roteiro tem um caráter descompromissado e nos permite se envolver com os protagonistas de forma gradual e não apelativa. O que me incomoda um pouco é a fotografia, porém nada que prejudique de forma significativa o longa. Uma ficção montada numa ideia não original, todavia tratada de maneira bem arquitetada e sobre a visão dos soldados contra uma invasão alienígena.

Elenco: Aaron Eckhart, Michelle Rodriguez, Michael Peña, Bridget Moynahan..

Roteiro: Christopher Bertolini

(Nota: 8,5)

10 Respostas

  1. Lixo de filme! Sorry.

  2. HAHAHA, rindo com o comentário do Otávio…

    Mas é, você sabe que eu acho o mesmo. Numa réplica minhas nos comentários do meu texto, escrevi que, quanto a envolvimento e apreço visual, a questão é mais pessoal que tudo o resto. Eu não me envolvi mesmo com esses personagens, nem com a história — que tinha tudo para ser envolvente: a humanidade em perigo faz com que todos se juntem contra o inimigo comum. O que mais me afasta de qualquer apreciação sequer é o roteiro, mas a direção e a montagem. E dizer que eles funcionam no sentido de deixar o filme mais realista é um engano: se fosse planos contínuos ou mais longos e que contemplassem o horror que aquelas pessoas estão presenciando, aí sim seria uma estratégia que serviria à narrativa. Você se desapontou com a fotografia; no contexto, acredito que ela é a mais adequada — não há cores que se sobressaem justamente porque a guerra é cinza, sem vida, com poeira e onde nada destoa, mas tudo confunde. Enfim, já disse que o filme poderia ser melhor. Como está, no entanto, é só uma chatice interminável.

    • Acho que Kamila resume em poucas palavras que não devemos esperar muito de um longa com esta temática, exigir tudo perfeito é acreditar que ninguém pode errar…

  3. Taí um opinião diferente. A crítica em geral vem detonando o filme, motivo pelo qual não me animei em ir ver. Agora, acho que vou baixar e curtir em casa mesmo. Abraço!

  4. “Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles” é o típico blockbuster, mas, ao mesmo tempo, não é o típico filme catástrofe. Óbvio que a obra não tem um bom roteiro, mas acaba entregando aos fãs do gênero aquilo que eles querem ver….

  5. E, assim, Deus criou os Trolls.

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