» A Troca

(Nota: 8,5)
Título Original: Changeling
Gênero: Drama
Diretor(es): Clint Eastwood
Roteiristas: J. Michael Straczynski
Ano de Lançamento: 2008.
Elenco: Angelina Jolie, Gattlin Griffith, Michelle Gunn, Jan Devereaux, Michael Kelly, Erica Grant, Antonia Bennett, Kerri Randles, Frank Wood, Morgan Eastwood, Madison Hodges, John Malkovich, Colm Feore.
Duração: 141 minutos.

Curioso. Da mesma forma que eu gosto de uma maneira particular de um diretor dirigir, como é o caso de Tim Burton, também gosto da maneira como um diretor pode mudar seu método a cada filme que faz como Clint Eastwood e foi com A Troca que comprovei o que já acreditava: que esse diretor tem uma multiplicidade incrivelmente atraente. Digo isso não só quanto às histórias diferentes que ele pega como também a forma como ele as trata, cada uma com sua peculiaridade.

Em março do ano de 1928, na cidade de Los Angeles, Christine Collins (Angelina Jolie – O Procurado) é uma jovem mãe trabalhadora e que tem um grande amor por seu filho de nove anos Walter (Gattlin Griffith). Após uma necessária ida ao trabalho de última hora, ela retorna para casa e não encontra seu filho. Daí em diante começa sua incessante luta para encontrar o seu filho. Após cinco meses, a polícia alega ter encontrado seu filho, no entanto ao encontrá-lo ela diz que a criança não é seu filho e daí em diante trava um forte briga contra polícia e continua a procura por seu filho, ainda desaparecido.

Essa é uma história que, baseada em fatos reais, comove. Comove pelo fato de se viver na pele da protagonista a agonia de se perder um filho, comove por saber que ela tem esperanças, mas que elas não diminuem sua dor, comove por saber que além de tudo o que passou ela ainda tem que travar uma séria batalha contra uma forte instituição como a polícia e comove por haver a grande possibilidade de seu filho estar morto. Talvez tanta emoção envolta em uma só película nos faz compreender a real intenção do diretor e também do roteirista deste filme.

Além disso, a atuação de Jolie, digna de indicação, nos mostra que ela despiu-se de características comuns para assumir a dor dessa mãe da década de 20 do século passado. O elenco é bem regular e entrega um longa que é facilmente conquistador e envolvente. A trilha é muito boa, a fotografia preza por ângulos diversos e a trilha é pouco sonora e mais silenciosa. No fim das contas é um filme que tem poucas ressalvas e grandes elogios, não agradou a todos, verdade, mas a mim, sim.

Curioso. Da mesma forma que eu gosto de uma maneira particular de um diretor dirigir, como é o caso de Tim Burton, também gosto da maneira como um diretor pode mudar seu método a cada filme que faz como Clint Eastwood e foi com A Troca que comprovei o que já acreditava: que esse diretor tem uma multiplicidade incrivelmente atraente. Digo isso não só quanto às histórias diferentes que ele pega como também a forma como ele as trata, cada uma com sua peculiaridade.

Em março do ano de 1928, na cidade de Los Angeles, Christine Collins (Angelina Jolie – O Procurado) é uma jovem mãe trabalhadora e que tem um grande amor por seu filho de nove anos Walter (Gattlin Griffith). Após uma necessária ida ao trabalho de última hora, ela retorna para casa e não encontra seu filho. Daí em diante começa sua incessante luta para encontrar o seu filho. Após cinco meses, a polícia alega ter encontrado seu filho, no entanto ao encontrá-lo ela diz que a criança não é seu filho e daí em diante trava um forte briga contra polícia e continua a procura por seu filho, ainda desaparecido.

Essa é uma história que, baseada em fatos reais, comove. Comove pelo fato de se viver na pele da protagonista a agonia de se perder um filho, comove por saber que ela tem esperanças, mas que elas não diminuem sua dor, comove por saber que além de tudo o que passou ela ainda tem que travar uma séria batalha contra uma forte instituição como a polícia e comove por haver a grande possibilidade de seu filho estar morto. Talvez tanta emoção envolta em uma só película nos faz compreender a real intenção do diretor e também do roteirista deste filme.

Além disso, a atuação de Jolie, digna de indicação, nos mostra que ela despiu-se de características comuns para assumir a dor dessa mãe da década de 20 do século passado. O elenco é bem regular e entrega um longa que é facilmente conquistador e envolvente. A trilha é muito boa, a fotografia preza por ângulos diversos e a trilha é pouco sonora e mais silenciosa. No fim das contas é um filme que tem poucas ressalvas e grandes elogios, não agradou a todos, verdade, mas a mim, sim.