
(Nota: 7,0)
Título Original: Taking Woodstock
Gênero: Drama
Diretor(es): Ang Lee
Roteiristas: James Schamus, baseado em livro de Elliot Tiber e Tom Monte.
Ano de Lançamento: 2009.
Elenco: James Schamus, Elliot Tiber, Tom Monte
Elenco: Henry Goodman, Edward Hibbert, Imelda Staunton, Demetri Martin, Emile Hirsch, Paul Dano, Kelli Garner, Clark Middleton, Bette Henritze.
Duração: 110 minutos.
Uma das coisas que mais me fazem querer sempre manter o blog ativo mesmo em momentos difíceis nos quais filmes são meu último item da lista é poder interagir com todos que visitam assim como também poder visitar os blogs dos colegas e conhecer filmes que, talvez, não tivesse contato se não fosse por meios virtuais. Apesar de ser um filme de um conhecido diretor, sem sombra de dúvidas ele passaria despercebido por mim por não ter estreado no cinema daqui, para variar. Contudo, ao visitar blogs amigos percebi que todos estavam conferindo e tive que pedir ajuda a outros recursos para não ficar ‘por fora’.
1969. Movimento Hippie em plena ascensão nos Estados Unidos e seus músicos prediletos também, além dos roqueiros antigos. Elliot Tiber (Demetri Martin) é um jovem que abandona seus sonhos e trabalhos em Nova York e volta para sua cidade natal para investir no Hotel que é de propriedade de seus pais. Na cidade vizinha, um enorme evento de música teve seu funcionamento prévio cancelado pela prefeitura e estavam a procura de um novo lugar. Ele, por meio da Câmara de Lojistas, oferece a cidade aos organizadores do festival de Woodstock e passa a lucrar com a propriedade de seus pais.
Como todos podem notar não é uma grande história. Ainda que se trate de um evento tão magnânimo como foi o festival de Woodstock, mesmo assim não mostra muita funcionalidade nem propósito claro a cerca do que vem apresentar. Algumas poucas coisas chamam a atenção positivamente para o filme como o figurino que está super apropriado para a época, chama bastante a atenção. Emile Hirsh (Na Natureza Selvagem) entra na história como aquele louco que tem certos momentos de sanidade e vice-versa. Isso já está um pouco desgastado, entretanto ainda funciona com ele, que apesar de está se mostrando grande intérprete, não consegue ser nada mais que bom nesta fita.
Em contraposição aos muitos pontos negativos, temos uma excelente atuação de Imelda Staunton (Escritores da Liberdade) como mãe de Elliot, uma judia russa que fugiu da Europa nazista e que tem enormes traumas. A montagem poderia ter sido muito superior se não fosse a intenção de mostrar várias cenas ao mesmo tempo, o que termina por confundir o espectador. A abordagem é até original porém creio que o roteiro não teve consistência suficiente para poder tratar do tema com propriedade e tudo cai na mesmice, com um final sem nada a acrescentar. É um filme bem irregular em diversos aspectos, a meu ver.
Arquivado em: Destaque: Imelda Stauton, Gênero: Drama, Gênero: Musical | Etiquetado: Cinema | 6 Comentários »
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